2. Fim do Coleguismo Leniente

Em uma instituição pública em que todos os servidores são concursados. Não faz sentido desconsiderar a bagagem trazida pelos servidores, tanto no aspecto de conhecimentos, como a própria experiência e competência para se ocupar os cargos de gestores.

Hoje, no IFSP, é muito comum ouvir frases como: “para os amigos, tudo; para os inimigos, a lei”; “o campus tem verba porque é de amigo do Reitor”; “conseguiu o cargo porque é amigo”. Para se colocar um fim a este modelo de “coleguismo leniente” e atender ao princípio da administração pública de “impessoalidade”, são feitas as propostas:

  • Conduzir processos de consulta para escolha dos diversos gestores do IFSP da estrutura organizacional da Reitoria e dos campi, a partir de propostas ou planos de trabalho.
  • Fim dos Diretores-Gerais de Campus indicados pelo Reitor: implementar concurso interno para acesso ao cargo de Diretor Geral (válido para campus novos onde ainda não se tem uma quantidade de pessoas suficientes para realizar uma eleição).
  • Distribuir as verbas discricionárias para os campi por meio de editais com absoluta transparência, após discussão dos critérios no Colégio de Dirigentes (COLDIR)
  • Transparência nas remoções, na realização de concursos públicos e nas nomeações.